23/02/2026
O PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DO ALUNO COM DEFICIÊNCIA
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| Foto de Monica Sedra na Unsplash |
Definição de deficiência: Variedade de condições sensoriais e não sensoriais que afetam o indivíduo em termos de mobilidade, de coordenação motora geral ou de fala, com decorrência de lesões neurológicas, neuromusculares e ortopédicas, ou ainda, de má formação congênita ou adquirida.
Quando falamos de inclusão, partimos da premissa básica que é o compromisso de reformulação de políticas públicas e no âmbito educacional da reformulação do currículo e sua grade, enfatizando a importância do acesso e permanência do indivíduo com deficiência na rede regular de ensino.
Baseada nos ideais da aceitação das diferenças individuais, a Educação Inclusiva, preconiza a valorização de cada pessoa, a convivência com a diversidade e a aprendizagem através da cooperação e respeito ao ritmo de aprendizagem de cada um.
O PAPEL DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NUM SISTEMA INCLUSIVO:
Trabalhar juntamente com a Educação Comum;
Atendimento a todos os alunos;
Recursos humanos e pedagógicos para assessorar o professor em sala de aula.
O PAPEL DO PODER PÚBLICO:
Repensar a natureza das formações iniciais;
Desenvolver formação continuada para os professores;
Não é só o professor que deve estar preparado para a inclusão, mas toda a rede pública de ensino. O professor sozinho não muda o sistema.
Deve haver comprometimento.
COMO ALTERAR A SITUAÇÃO ATUAL?
Compra de material;
Adaptações necessárias;
Organização dos serviços de apoio;
Estratégias e metodologias de ensino diferenciadas.
SUGESTÕES QUE FAVORECEM O PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM:
Expectativas otimistas;
Aprendizagem cooperativa;
Dinâmicas de responsabilidade;
Atividades com diferentes graus de dificuldade;
Apresentar o conteúdo com diferentes manuseios de informações.
ADAPTAÇÕES DE ACESSO AO CURRÍCULO:
Adaptação dos elementos físicos e materiais;
Adaptação de materiais escritos de uso comum;
Remoção de barreiras arquitetônicas;
Recursos pedagógicos – presilhas, lápis, etc.;
Comunicação alternativa.
RECURSOS PEDAGÓGICOS:
Recursos devem ser adaptados;
Análise do material e avaliação do aluno.
SUGESTÕES DE ADAPTAÇÕES:
Lápis engrossado;
Blocos de madeira (letras e números): 40 cm de largura para 60 cm de comprimento – espaços entre linhas variados;
Borrachas;
Velcros ou imãs;
Pregadores de roupa;
Plásticos adesivos para revestir o material (para alunos que não têm controle de baba);
Grampo de marceneiro;
Tamanho do papel (qualquer espaço delimitado);
Desentupidor de pia (para apoio);
Entre outros: régua de madeira adaptada com haste; quadro agarradinho; livro de texturas com palitos de sorvete para virar as páginas; pulseira de chumbo (para crianças sem controle de movimentos).
MOBILIÁRIO ADAPTADO:
Altura e largura – Stand-table;
Mesas com bordas elevadas.
IMPORTANTE:
🔔 Quando se concentra todos os deficientes numa só escola ou sala de aula, isto não é inclusão, pois não há socialização e sim, segregação.
REFERÊNCIAS:
BUENO, J. G. S. Educação Inclusiva e as Novas Exigências para a Formação do Professor: Algumas Considerações. In: M. A BICUDO & C. A DA SILVA JÚNIOR (Orgs). Formação do educador e avaliação educacional: formação inicial e contínua. São Paulo: UNESP, 1999.
CAVALCANTE, Meire. A escola que é de todas as crianças. Revista Nova Escola, nº 182, p. 40-45, maio. 2005.
MANTOAN, Maria Tereza Égler. Introdução. In: MANTOAN, M. T. E. (Org.). A Integração de pessoas com deficiências: contribuições para uma reflexão sobre o tema. São Paulo: Memnon, 1997.
OMOTE, S.. Normalização, integração, inclusão. Revista Ponto de Vista. Universidade de Santa Catarina, v. I, nº 1, p. 4-13, 1999.
MAZZOTTA, Marcos José Silveira. Educação especial no Brasil: história e políticas públicas. São Paulo: Cortez, 1996.
SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão, construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro: WVA, 1997.
______________________. A educação inclusiva e os obstáculos a serem transpostos. Entrevista concedida ao JORNAL dos professores, órgão do centro professorado paulista, nº 343, fevereiro de 2003.
STAINBACK, Susan & STAINBACK, Willian. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.



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